🚨 ALERTA NO CAMPO: Três casos de raiva bovina são confirmados no Acre
Doença sem cura preocupa autoridades; Idaf reforça vacinação anual para evitar perdas e riscos à saúde humana
O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf) confirmou três casos de raiva bovina em propriedades rurais no interior do estado. Dois registros ocorreram em Mâncio Lima, no mês de julho, e um em Cruzeiro do Sul, no início de agosto. Um quarto caso suspeito está em análise laboratorial.

A doença, que não tem cura, é transmitida pela mordida de morcegos hematófagos e pode levar o animal infectado à morte. Quando identificada, é necessário aguardar a morte do bovino para coletar material para exames.
⚠ Prevenção é a chave
Segundo o veterinário do Idaf, Diego Muniz, a vacinação anual é a forma mais eficaz de evitar a doença e os prejuízos que ela causa.
“Sempre indicamos que os produtores vacinem os animais todos os anos. É um investimento que evita perdas econômicas e riscos à saúde pública”, alertou Muniz.
Com os casos confirmados, o Idaf intensificou as ações de orientação, visitas às propriedades e a captura de morcegos transmissores.
🚨 Sintomas de alerta
Produtores devem comunicar o Idaf em até 24 horas caso observem sinais como:
Mordidas de morcego com sangramento;
Sintomas neurológicos (dificuldade de locomoção, paralisia, convulsões);
Salivação excessiva.
Quem teve contato direto com um animal doente deve procurar imediatamente uma unidade de saúde para iniciar o protocolo pós-exposição, pois também existe risco para humanos.
📌 Raiva é uma zoonose grave
A doença pode atingir qualquer mamífero, inclusive seres humanos, com letalidade próxima de 100%. Em animais, causa perda de apetite, salivação abundante e perda de equilíbrio. Em humanos, é transmitida principalmente pela mordedura, podendo ocorrer também por arranhões e lambedura.
A vacinação anual de bovinos, cães e gatos é fundamental para prevenir a doença e proteger a saúde pública.















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