Abusador de Direitos Humanos: Sóstenes humilha Moraes ao falar de sanções da Lei Magnitsky - tem a “Vida desgraçada”
- Renalice Silva

- 1 de set. de 2025
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O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante, fez um duro discurso no plenário nesta quinta-feira (21), ao criticar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal contra o pastor Silas Malafaia, determinada na noite de quarta-feira (20).
O parlamentar questionou a necessidade da ação, alegando que Malafaia tem endereço conhecido. “Todos sabemos onde ele mora. Essa operação é apenas demonstração de autoritarismo”, declarou.

Durante a fala, Sóstenes também dirigiu críticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, mencionando a aplicação da Lei Magnitsky a mesma Lei aplicada para ditadores e abusadores de direitos Humanos — legislação dos Estados Unidos que prevê sanções a autoridades acusadas de tais violações de direitos humanos. Segundo o deputado, a vida do ministro estaria “desgraçada” em razão da lei.
“Pode continuar perseguindo, pode continuar fazendo busca e apreensão, eu já sei que até eu posso ser alvo. Mas não será isso que vai me intimidar”, afirmou, sugerindo que ele próprio pode ser alvo de futuras operações.
Contexto da operação
A Polícia Federal realizou buscas em endereços ligados a Silas Malafaia e apreendeu, por ordem de Moraes, o passaporte do pastor. O celular do religioso também será periciado.
Repercussão
A fala de Sóstenes ocorre em meio a novos desdobramentos envolvendo a aplicação da Lei Magnitsky a autoridades brasileiras. Segundo documentos, Eduardo Bolsonaro teria sido informado previamente sobre o uso da legislação no caso de Moraes.














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